Jejum pré-operatório x cirurgia de emergência

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Saiba como a medicina trata o jejum pré-operatório hoje e como a cirurgia de emergência lida com esse cenário. Confira também como ter acesso ao catálogo instrumental cirúrgico da Cirúrgica Fernandes.

Estipulou-se há muito tempo, e até hoje muitos médicos ainda pregam, o hábito de estabelecer jejum pré-operatório de alimentos sólidos e também de líquidos durante períodos de oito a doze horas, tendo como propósito o esvaziamento gástrico para evitar a broncoaspiração do paciente durante a cirurgia (risco de o líquido chegar aos pulmões e causar pneumonite).

Influências negativas do jejum pré-operatório

Além de impedir o acesso aos alimentos, na maioria das vezes, o período de restrição chega a superar 12 horas por conta de atrasos na programação cirúrgica, ou até mesmo suspensão de cirurgias.

Nesse sentido, o jejum gera desconforto e também ansiedade ao paciente, e pode influenciar negativamente sobre o metabolismo, levando ao surgimento de resistência insulínica associada à hipoglicemia pós-cirúrgica, decorrência da diminuição da disponibilidade de insulina para tecidos secundários (periféricos) e dificuldade no absorvimento de glicose.

Tendo por vista tais efeitos negativos, a prática do jejum tem sido muito questionada pela medicina atual, que passou a sugerir a implementação de novas condutas institucionais com o intuito de reduzir o tempo de proibição de consumo de alimentos, visando à melhora rápida após a cirurgia.

Jejum na cirurgia de emergência

Nos casos de cirurgia de emergência, como já é de se imaginar, ocorre a redução do período de jejum em vista das condições de saúde do paciente exigirem procedimentos cirúrgicos de urgência.

Estudiosos observaram que o período de jejum reduzido por conta de cirurgias de emergência não resultou em complicações, o que vem demonstrando mais segurança na realização de cirurgias com períodos menores de restrição alimentar.

Ao que parece, o jejum reduzido tem demonstrado vantagens clínicas significativas na recuperação de pacientes, além de maior conforto em relação à experiência vivenciada.

Nesse sentido, mesmo em situações inesperadas (como cirurgias de emergência), a redução no tempo de jejum parece não ser o fator primordial que contribui para complicações que até então eram associadas à ausência de jejum, como vômitos, náuseas e aspiração do conteúdo gástrico.

Claro que grande parte do sucesso dos experimentos feitos com indivíduos que precisaram abdicar do jejum se deve à qualidade dos instrumentos cirúrgicos que são utilizados.

O papel da máscara laríngea

É fundamental ressaltar o papel da máscara laríngea em cirurgias de emergência sem uso de jejum. O uso desse tipo de acessório não isola a laringe do trato gastrintestinal e, ainda assim, esse instrumento de acesso à via aérea parece não contribuir para a incidência de vômito e de aspiração pulmonar.

A máscara laríngea de intubação conta com modificações que possibilitam o direcionamento das intubações traqueais. Se comparada à máscara laríngea tradicional, o primeiro modelo é mais curto e de maior diâmetro.

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